Resenha: "Outlander - A viajante do tempo", de Diana Gabaldon

21 de jun. de 2016
Outlander - A viajante do tempo
Diana Gabaldon
Editora Arqueiro, 2014
800 páginas

Em 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, a enfermeira Claire Randall volta para os braços do marido, com quem desfruta uma segunda lua de mel em Inverness, nas Ilhas Britânicas. Durante a viagem, ela é atraída para um antigo círculo de pedras, no qual testemunha rituais misteriosos. Dias depois, quando resolve retornar ao local, algo inexplicável acontece: de repente se vê no ano de 1743, numa Escócia violenta e dominada por clãs guerreiros.

Tão logo percebe que foi arrastada para o passado por forças que não compreende, Claire precisa enfrentar intrigas e perigos que podem ameaçar a sua vida e partir o seu coração. Ao conhecer Jamie, um jovem guerreiro escocês, sente-se cada vez mais dividida entre a fidelidade ao marido e o desejo. Será ela capaz de resistir a uma paixão arrebatadora e regressar ao presente?


Meu. Deus. Do. Céu!!! Antes de começar, posso implorar que, se você tiver esse livro paradinho na estante, comece a ler IMEDIATAMENTE? Ok. Obrigada. Só o que eu consigo dizer desse livro é que, Diana Gabaldon, você é um gênio!! Outlander - A viajante do tempo é o primeiro volume da série Outlander e conta a história de Claire, 27 anos, enfermeira, casada, voltando do serviço que prestou durante oito anos na Segunda Guerra Mundial, em plena lua de mel com o marido que passou tantos anos afastada, quando é arrebatada para a Escócia de muitíssimos anos atrás por um círculo de pedras que contém uma magia sobrenatural.

O primeiro sentimento foi de desespero. Imaginar aquela situação em que Claire estava dava certa agonia, apreensão e medo. Como lidar com uma situação em que você está completamente sozinha em um mundo que você não conhece, séculos inferiores ao que você está habituado? Confesso que tive que fechar o livro diversas vezes pra recuperar o fôlego. A autora conseguiu entremear fatos reais com fictícios, de forma que a leitura flui de maneira fácil de engolir, pois somos apresentados a personagens com hábitos e culturas reais para a época. A cada capítulo me sentia mais próxima de Claire, com sua personalidade forte e seu conhecimento sobre regras de sobrevivência, começamos a acreditar na sua capacidade de sair de tudo aquilo bem.



Somos apresentados a muitos personagens rapidamente, entre eles Collun, Murtagh, Dougal e o marcante Jamie. Ruivo, gigante, amável e usando kilt, óbvio. E, a partir daí, as escolhas de Claire se tornam milhares de vezes mais difíceis, assim como as nossas, leitores que sofremos junto com as decisões que ela precisa tomar. Dividida entre o mundo que conhece desde que nasceu, às pessoas que deixou pra trás e entre o novo mundo que a abraçou e aprendeu a amar.

É difícil escrever sobre algo que me cativou tanto, que me fez viajar e até sonhar. Só queria poder compartilhar essa história com todos os leitores do mundo! De desespero a amor, paixão, ódio, nojo, repulsa, náuseas e amor novamente. Tudo em um livro só! Ansiosa e doida pra ter os próximos volumes em mãos e, assim, poder conviver mais um pouquinho com esses personagens tão incríveis.

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  1. Hello Anaaaaaaa,

    você sabe que amo essa série é uma das Melhores que estou acompanhando na atualidade, os livros são sensitivos... apesar da fantasia a gente consegue entrar dentro do livro e imaginar aquilo tudo acontecendo de verdade...

    Jamie, MEU MEU MEU amado Jamie Fraser

    xoxo
    Mila F.
    www.delivroemlivro.com.br

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    1. Olaaaa, Mila!!
      Sempre muito bom ler teus comentários aqui. ❤❤❤
      Não tem como não amar Outlander... e Jamie... ai, ai. ~suspiros~ hahahah

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  2. Gente,sabe quando uma pessoa nasce pra fazer resenha, pois é a Ana, que lindo, sempre tenho vontade de ler, quando vejo o livro pela visão da Ana.

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